Há em mim essa solidão incessante. Me persegue, me irrita, se faz presente todo dia e me vence pelo cansaço. Minha insatisfação comigo mesmo se reflete nas rugas que já aparecem no meu rosto, nas minhas noites mal dormidas, não dormidas. Os pensamentos me atordoam, me angustiam, me incomodam bem no meio da noite, bem na penumbra do meu quarto, se transformando em vultos diante da pseudo-escuridão. Não há um só dia que eu não queira fugir, um só dia que eu não queira não querer mais esse querer.
São sempre assim esses meus momentos comigo mesma, sempre cansativos por conta desse pesar... Me sinto fraca... esgotada... Me sinto só.
São sempre assim esses meus momentos comigo mesma, sempre cansativos por conta desse pesar... Me sinto fraca... esgotada... Me sinto só.
Isso me mata!
Querida amiga,
ResponderExcluireu creio que isso nos é comum, deve ser o signo.
Demos as mãos!
=D
Beijos.
É essa inquietude do ser que nos mantém vivos e fortes para darmos valor no bom que há em sermos nós mesmos.
ResponderExcluir=)
(Tem um meme no blog pra você!)
Beijos!
Essa fuga de ser humano é a fuga mais difícil de ser a si mesmo. E vice-versa.
ResponderExcluirTirar proveito desta solidão é o que nos faz bem.
ResponderExcluirComo leríamos um texto assim se a solidão não fosse sentida por ti?
Viu, tudo tem o seu lado"b".
Beijo, Ceisa
passa! U.U
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